Várias unidades, uma conta
Cada unidade com a própria agenda, as próprias salas e os próprios equipamentos. A gestão vê o conjunto, a recepção vê a unidade onde trabalha e o profissional vê a agenda dele.
Passa a ser o paciente que ninguém ligou de volta, o exame que ficou esperando resultado, o horário que vagou às 9h e ninguém preencheu, e a informação que se perde entre o turno da manhã e o da tarde. É esse trabalho que a Horalis assume.
Cada unidade com a própria agenda, as próprias salas e os próprios equipamentos. A gestão vê o conjunto, a recepção vê a unidade onde trabalha e o profissional vê a agenda dele.
Recepção agenda e não lê prontuário. Profissional escreve a ficha e não configura a clínica. Financeiro vê números e não vê paciente. Não é preferência de tela: é regra aplicada no servidor.
Um horário só é oferecido quando existe profissional, sala e aparelho ao mesmo tempo, com o tempo de limpeza entre um atendimento e o outro. É o que impede a agenda cheia no papel e impossível na prática.
Cancelou às 9h para as 15h? Quem está na fila de espera para aquele serviço é avisado na hora, pelo WhatsApp, e o primeiro que responder fica com a vaga.
Exame pedido e não realizado, resultado que voltou e ninguém leu, paciente sem retorno, plano de cuidado abandonado. Tudo o que precisa de um telefonema, numa tela só, com o número ao lado.
Quem tem buraco na agenda, onde a falta se concentra e quanto vale o que foi atendido. Sem planilha e sem alguém contando à mão no fim do mês.
Migrar dez mil pacientes à mão, treinar a equipe no meio do expediente e descobrir na segunda semana que faltou configurar alguma coisa. É por isso que a implantação não é um extra vendido à parte: sem ela, o software não entra.
Nome, telefone e histórico saem do sistema atual e entram na Horalis antes de a clínica começar a usar. Ninguém redigita cadastro.
Unidades, salas, equipamentos, serviços, duração de cada atendimento e a agenda de cada profissional. É essa configuração que faz a IA oferecer horário que existe de verdade.
A recepção aprende a agenda e a fila de espera; o profissional aprende o prontuário e os documentos; a gestão aprende os relatórios. Cada um vê o que vai usar.
As primeiras semanas são as que decidem se a equipe adota ou volta ao caderno. Nelas você fala com quem conhece a sua configuração, não com um formulário.
Faturamento de convênio e o padrão TISS não fazem parte do sistema. Clínicas que dependem disso usam a Horalis para agenda, atendimento e prontuário, e mantêm o software de faturamento que já têm. Dizemos isto agora porque descobri-lo depois é o que gera cancelamento.
Ambiente hospitalar exige integração com o sistema que já está lá e troca de dados em padrão próprio, e não é isso que a Horalis faz hoje. O terreno dela é a clínica, do consultório individual à rede com várias unidades.
Uma conversa de trinta minutos pelo WhatsApp, com a sua agenda e as suas especialidades na tela. Se fizer sentido, a proposta sai com implantação e migração incluídas.
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